
F.C. Porto - 6 : Grijó - 5
Marcadores dos Golos do Grijó: Diogo (1), Samuel (1), Serginho (1) e Tiago (2)
Crónica Resumida do Jogo: Partida de "loucos", em que o Grijó apanhou não 1, não 2, mas 3 autênticos "baldes", não de "água fria", mas de "água gelada", uma vez que nos instantes iniciais do encontro o F.C. Porto já se encontrava a vencer por 3:0. Antevia-se pois o pior para a "força branca" e só a determinação da equipa do Grijó acabou por estancar a entrada avassaladora do F.C. Porto. Com o jogo equilibrado era agora importante reduzir a desvantagem no marcador pelo que Diogo assistiria na perfeição Tiago, que com um remate rasteiro e colocado de pé esquerdo colocaria o "placard" em 3:1. E não ficaria por aqui Diogo, pois pouco depois da assistência para o golo inaugural do Grijó, o nº 8 faria um remate fulminante do "meio da rua", de "pura raiva", resultando num golo monumental e 3:2 no "placard". Este golo de Diogo resultaria na mutação da "força branca" para "fúria branca" pois com a equipa galvanizada, Tiago, "furioso", inventou literalmente o 3º golo (uma autêntica "morcela", nas palavras do nº 6, Serginho), uma vez que, descaído sobre a direita e algo desenquadrado com a baliza, faria um remate espectacular, desta vez de pé direito, com a bola a "anichar-se" no fundo das malhas e, finalmente, estava de novo colocado o "conta-quilómetros a zero", com a partida empatada. Porém o F.C. Porto marcaria o 4:3 num excelente remate de fora da área, sem hipótese de defesa para Eduardo. E, quando todos já aguardavam o apito do árbitro para o intervalo, a equipa da casa voltaria a marcar mesmo no último lance da 1ª parte, num rápido contra-ataque, colocando o resultado em 5:3. Na 2ª metade o F.C. Porto optou por ir gerindo a vantagem à medida que o tempo ia passando. No entanto, numa reposição de bola de "costa a costa", Eduardo acabaria por fazer uma excelente assistência para Samuel que, frente a frente com o guardião da casa não perdoaria, fazendo o 5:4, relançando de novo a partida. Porém, com o Grijó novamente na busca do empate, o F.C. Porto voltaria a marcar e 6:4 no "placard". A "fúria branca" não baixou os braços e, nos minutos finais do encontro, submeteu mesmo o F.C. Porto a uma pressão "asfixiante", com Serginho a marcar, colocando o resultado em 6:5. E aumentava o "aperto" do Grijó, com o F.C. Porto completamente "sufocado" cá atrás, sem sequer conseguir sair a jogar, quando um livre à entrada da área poderia permitir ao Grijó o merecido empate na partida, o que, infelizmente, não veio a acontecer. Pouco depois o árbitro daria por terminado o encontro, para "alívio" dos responsáveis da equipa da casa, com o F.C. Porto verdadeiramente "encostado às cordas". Destaque para toda a equipa do Grijó, pela abnegação demonstrada e, principalmente, pela reacção ao início "demolidor" do adversário, numa invejável atitude mental perante um cenário complicado que é começar uma partida a perder por 3:0 no reduto do F.C. Porto.
