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2011/2012 - 1ª Fase - Jornada 11 (28-01-2012)








Grijó - 7 : Foz - 1

Marcadores dos Golos do Grijó: Nuno (1), Lopes (1), Ricardinho (1), Samuel (3) e Tiago (1)

Crónica Resumida do Jogo: No regresso às vitórias o Grijó fez questão de proporcionar uma 1ª parte de "pura gala", destacando-se o capitão Samuel com uma exibição soberba - 1 "hat-trick" e 3 assistências -, a "roçar" a perfeição. E que saudades havia das "tartarugas ninja" pois há muito que não se via a equipa da casa a jogar de forma tão coesa e compacta, praticamente perfeita a defender e simplesmente "venenosa" nas transições rápidas. Para tal, além do desempenho do nº 11, Samuel, muito contribuiu também a actuação dos extremos Nuno - 1 golo e 1 assistência - e Tiago - 1 golo e 2 assistências -, absolutamente irrepreensíveis a defender e rapidíssimos a lançar o ataque. O "tridente" 7, 9 e 11 funcionou em pleno, quer a atacar - esteve em 6 dos 7 golos do Grijó - quer a defender, com Samuel a começar o trabalho defensivo lá na frente enquanto que Nuno e Tiago "tapavam" por completo as possibilidades do Foz de atacar pelos flancos. Equipa do Foz que se mostrou algo agressiva e excessivamente "reclamante", com todos os seus jogadores a discutirem de forma veemente quase todas as decisões do árbitro. Como consequência da agressividade referida, Tiago foi sucessivamente "massacrado" até ter de abandonar o relvado. Face à sucessão de faltas sobre o nº 9 do Grijó o árbitro viu-se mesmo obrigado a admoestar um jogador do Foz com um cartão amarelo (algo nunca visto esta época - a amostragem de cartões). Cedo seria inaugurado o marcador,  com Nuno a assistir Samuel para este fazer o 1:0. Pouco depois, "vira o disco e toca o mesmo", isto é, em vez do nº 7 no flanco direito, seria agora o nº 9, Tiago, no flanco esquerdo, a assistir Samuel para o 2:0. Entretanto o Foz marcaria o seu golo através de um livre directo à entrada da área. Este golo dos visitantes em nada abalou a determinação do Grijó e a forma como a equipa se exibia pelo que o "tridente" voltaria a funcionar, invertendo-se porém os papéis, pois caberia agora a Samuel retribuir, assistindo primeiro Nuno para o 3:1 e de seguida, Tiago, para o 4:1. Com o nível exibicional em alta, chegaria a vez de Serginho se destacar pois numa pura manifestação de maturidade, colocaria literalmente "a cereja no topo do bolo", uma vez que, na sequência de mais uma falta por parte do Foz e de, mais uma vez os seus jogadores terem ficado a discutir com o árbitro, o nº 6 do Grijó, apercebendo-se da desmarcação de Tiago, marcaria rapidamente o livre, colocando a bola no nº 9 que assistiria Samuel para o 5:1, com a equipa do Foz ainda sem saber o que lhe tinha acontecido, limitando-se o seu guarda-redes a ir buscar a bola ao fundo das malhas. No início da 2ª parte o ritmo do jogo abrandou um pouco mas mesmo assim Samuel assistiria Lopes para este "fuzilar" autenticamente a baliza contrária e 6:1 no "placard". Antes disso porém, ainda houve tempo para João brilhar na defesa, ao desembaraçar-se do seu opositor directo apenas com um toque subtil, "à Bergkamp", num pormenor delicioso. E lá na frente, em mais uma jogada de ataque, numa excelente combinação entre Marco e Tiago, este último viria a surgir já dentro da grande área e quando se preparava para alvejar a baliza foi, uma vez mais, "abalroado" por um defensor do Foz pelo que acabaria aqui a prestação do nº 9 nesta partida. Na transformação da grande penalidade, Diogo remataria bem, mas uma boa estirada do guardião contrário impediria que o marcador se voltasse a dilatar. Praticamente na resposta, grande penalidade contra o Grijó. Eduardo, para não ficar atrás do guarda-redes visitante, faria uma defesa soberba impedindo o golo do Foz. Neste período o Foz teve algum ascendente na partida mas Eduardo com um punhado de boas defesas não permitiria que o Foz voltasse a marcar, assim como Marco, que tiraria "o pão da boca" a um atacante dos visitantes numa excelente recuperação defensiva. Ricardinho faria ainda o 7:1 numa boa jogada, fechando assim o marcador. Destaque para a actuação global da equipa do Grijó, em especial na 1ª parte, onde os seus jogadores estiveram sempre muito perto uns dos outros numa fenomenal entreajuda, quer a atacar, quer a defender, tornando a equipa absolutamente "letal" (no ataque) e "intransponível" (na defesa).